Gosto de pensar nessas fotos como uma ode ao amor, uma carta aberta ao gostar e estar apaixonada. Pensar as imagens como um poema entrelaçado ao mar e ao áspero da areia. O quanto tentamos nos apoiar e controlar para que seja impossível se permitir e ainda assim inevitável. Dominados, exauridos, repletos. Talvez o…